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segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Amor - te leve

A vida vem como um sopro, que de tão leve, não deveria pesar tanto.

Ela vem de pouco em pouco, e de tão breve, demora tanto.

Nela da tempo de criar amor, amor se cria

Nela da tempo de criar a dor, a dor se cria

Só não faça da vida, eterna apatia.

Ela vai desconstruir suas verdades

Suas metades.

A vida vem pra nunca mais voltar, de tudo que passa, só ficará

De tudo que fica só lamentar

Com todas as penas, não voará.

Amor, te leve, que de tão leve se esvaiu.

A morte breve, e de tão breve, nos consumiu.

A morte então acontece, e de tão fria, não deveria queimar tanto.

Ela vem como rabo de foguete, melancolia, percebida em qualquer canto.

Nela da tempo de criar amor, amor se cria

Nela da tempo de criar a dor, a dor se cria

Só não se cria essa melodia

Disfarçada de poesia.

Ela vai desconstruir as duas metades

É capaz de engolir, as suas verdades.

A vida vem pra nunca mais voltar, de tudo que passa, só ficará

De tudo que fica só lamentar

Com todas as penas, não voará.

Amor, te leve, que de tão leve se esvaiu.

A morte breve, e de tão breve, nos consumiu.

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