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domingo, 3 de novembro de 2013

Padrões

Não vamos reparar no tempo, não tenho argumentos pra tanta indecisão.
Nem tempo, tenho tanto medo, de chegar bem perto.
De certo estou na contra mão.
Eu tive no padrão do tempo,
Um padrão isento de uma solução.
Não vamos reparar no rótulo, não tenho nenhum caso inóspito, desinformação.
E quem dirá que toda essa causa, não merece atenção?
E quem dirá que todo esse tempo, paradigmático estava na dissolução.
Em passos largos, regredindo em fatos.
Discutindo em atos, o que não tem discussão.
Já cansei desse formato, tão quadrado, perfurado.
Não cair em tentação, já não vale mais a pena.
A minha oração, a minha oração.
É pra que ninguém ore mais por mim.
Creia tanto assim, que o mal e o bem,
São coisas tão distintas
Tão maniqueístas.
E dentro de mim, existem tantas vidas.
Vidas desmedidas, sem padrões, confusões.
Assim, o tempo do padrão, não me é solução.

E nunca quis dizer, nada.
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