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quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Ama-se as flores, desde que não desabrochem.

Como se as cores e as flores pudessem me trazer a paz. Como se os traços e os sonhos por dentro me fossem capaz, são superficiais, são sacrifícios, que não me cabem e não me dizem respeito. E sempre que o vento bater no meu rosto, eu ei de chorar, ao lembrar que o futuro é incerto demais, não se pode “desadubar”. Assim, as histórias insanas vão sempre perdendo o sentido, mas todo o sentido que existe, as flores humanas que dizem, que somente loucas normais, constroem um belo jardim, e as flores insanas não são naturais. Como se as flores pudessem sentir, se escolhessem um tempo, botões vão abrir. Flores somente são flores por desabrochar, flores não deixam suas cores e sem desamores não podem voar. Não olhe assim, para as flores que, jasmim, nunca será, seja o compasso livre, amargo, enclausurado da canção, no ritmo de flores que são flores quando são, mesmo que o jardineiro diga não. Somente serão flores, as flores que se declararem, e insistirem que a flor tem que se abrir, brilhar e encantar. Flores murchas para mim é que não são normais e muito menos naturais, em si, destoam do seu jardim. Não se pode ser, uma flor que trás conflito em cada pétala, sem mais, sem paz, sem os flagelos das plantas naturais, são tão superficiais, estragam com o tempo, não há adubo lento, não há brisa nem vento, nem um sopro de solidão, a flor caída pelo chão, desanimada com o jardim de imensidão.

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