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quarta-feira, 25 de julho de 2012

Despertar



O risco marcado com traço pálido
Escrito em métricas de um sonho cálido
Em trovas sem provas de papo cínico
Um povo cansado, de caso clínico                                                                                                                          
Humano desumano, ama como máquina
Criando seus conceitos como bases sórdidas
Moeda por moeda indecifrável código
Aos casos e descasos dessa velha fábrica
Produz ignorantes no seu risco bêbado
Despertam seus mortos em um passo fúnebre
Enterram-se os vivos num evento mórbido
Celebra indiferença como caso fático
E traça outras metas com seu traço lógico
Cobrindo a verdade com um lenço cósmico
Sem despertar pra nada num silêncio mórbido
Incorporou horror como se fosse lírico
Morreu de antemão depois de um gole fórmico.
Sonhou inconsciente desse papo cínico
Riscou marcando o sonho com seu traço cálido
E despertou do sonho decorando o código
Se viu ignorante no espelho bêbado
Que refletiu seu rosto em um traço lógico
Contaminando tudo com mentiras sólidas
Moeda por moeda como um gole fórmico
Matando o despertar em seu tracejo cósmico
E celebrando a vida indiferente e fúnebre
Semeia a pobreza de um ventre mórbido
Morreu e agonizou dentro de uma fábrica
E nunca despertou desse seu sonho lógico
E Terminou no chão com um semblante pálido
E vomitou em todos, o seu suco fórmico.
E despertou em todos o seu papo cínico
E convenceu a todos como espelho bêbado
Morreu de ante mão no consultório clínico
Humano desumano ama como máquina
Constrói relações como se fosse código
Contaminando tudo com mentiras sórdidas
Envenenou seu par tomando um gole fórmico
Brindando o despertar de um assunto fúnebre
Riscando o meu penar com seu tracejo cósmico
Morreu de antemão sem despertar pro lógico.

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