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domingo, 18 de outubro de 2009

Egos noturno

Fantasiar é realmente necessário? Pois bem, sem carro convercível, vento no rosto, adrenalina na pele, nem som maneiro, reflito na "vibe" do Hush hush mental sobre duas rodas mesmo. Noites muitas vezes são agitadas, muitas vezes são frias, muitas vezes fazem sentido, e muitas vezes, duplo sentido. Dentre os corpos agitados, amados e mal amados, também se encontra o meu. Dentre os corpos veteranos, e os calouros insanos e ardentes, também se encontra o meu. Fato é que a noite é muito boa, e todos querem se divertir, e "todo mundo espera alguma coisa de um sabádo à noite", eu que não sou perito no assunto manuseio o olhar não muito atento, e descubro que provavelmente, definitivamente, decepcionantemente, todos esperam mais que alguma coisa, digo, muito mais. O mais engraçado disso, é que por uma noite, as fantasias são possiveis de se concretizar. O duro é acordar ao lado de uma ressaca sexual, mais além espiritual. Duro é saber que os sonhos são substituidos pelo calor atrevido de mascáras, de fantasias, de elogios e egos. Noites assassinadas com brutalidade pela superficialidade. Onde os colegas se tornam "amississímos", te dão 3 beijinhos, se mostram presentes, afinal de contas o mundo é uma festa, e todos somos grandes anfitriões. A pura falsa cordialidade e diplomacia. Eis a política da igualdade, do diferente, que não é para todos. Minha casca estava viçosa, saborosa, mas por dentro, podre.

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Pedras na janela

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