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sábado, 5 de março de 2011

Feedback comigo mesmo.

Eu não pretendia postar nada disso, ando tão relapso com a escrita, que seria uma ousadia tentar transmitir qualquer tipo de sentimento por meio de um texto, por isso eu não o fiz, pelo menos não completamente, e levando em consideração a pouca repercussão que eu tenha, resolvi que ia postar seja lá qual 'merda' fosse. Nada vai me descreditar tanto quanto já estou. Hoje bateu uma vontade de findar com a vida deste Blog, e todos os outros instrumentos que me ligam com esse mundo tolo. Essa vontade veio de uma vontade de me descolar desse mundo de verdade, então simbólicamente me descolando  da rede, estaria me afastando do mundo real. Seria uma nova tentativa frustrada de fuga. Fuga de mim, fuga dos outros. Mas fuga para onde? Coisa de gente que acha que tem pra onde fugir, coisa de quem usa de subterfúgios nas falas, nos textos, nos sentimentos. Isso mesmo, eu sou isso mesmo. E quem gosta de insegurança e auto destruição? Ninguém, e isso é óbvio. E assim tu te perguntas os "porquês" que te assolam noite e dia, essa indagações de solavanco que de forma nebulosa são questões sobre você mesmo. Coisas que eu nunca sei responder, e que me afastam do que eu sou. O que eu sou? Existem certas coisas que são melhores quando não se define ao pé da letra, seria amargo demais. Tem coisas que são passageiras, outras duram meses, outras duram anos, e tem algumas que refletem por toda a vida. Mesmo que aparentemente estejam mortas para outros. Eu tenho medo que as pessoas saibam como me sinto, e me levem a sério, como eu sempre quis. De antemão, digo que repensei, não irei acabar com Blog, nem nada, seria tão inútil quanto os sonhos que alimentei. Eu sei por experiência própria que a vida é feita de fases, em algumas delas parece que não vamos ter como sair nunca, digamos que o excesso de drama seja característico desta fase, mas quem quer saber disso? Então Rodrigo, seu bobo, tu vai usar tudo isso de outra forma em outro momento. Não de desfaça do que te pertence, só se afasta do que nunca foi teu. 

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